Helena Kimer na Radio IlhadosAmores
cantora TOP
Meta: cantar até onde eu puder chegar!
A música sempre esteve presente em minha vida... Quando pequena, adorava ouvir minha mãr cantarolar cançõrs enquanto lava roupas e as estendia em nosso quintal! Papai ouvia músicas lindas tanbém e como todo boêmio, sumia pelas madrugadas em busca de uma seresta para soltar sua voz !
Embora, não tivesse contato algum c músicos, apenas essa musicalidade crua dos meus pais, amava a musica! Me formei como professora primária e ensinava cantando! O tempo todo!! Casei, tive filhos e nunca tive tempo e nem estímulo pra música... Mas, o destino não falha... Meu casamento acabou e entrei num novo relacionamento, onde meu parceiro adorava um pagode rs e me levava a todos... E ele já havia percebido q eu cantava, pois frequentavamos um videokê local e ele me elogiava mt. Pessoas de lá colocavam musicas para eu cantar! Mas ele tbm notou q diante dos outros eu era tímida para cantar, então ficava me estinulando, dava uma bebidinha pra relaxar e, nas rodas pedia pra eu cantar uma canção q ele adorava ouvir... Numa dessas rodas de samba, havia um músico chamado Riquinho dos Anjos, q ao ouvir minha voz prontamente autorizou minha canja. Todos gostaram. E daí, isso foi se repetindo. Meu companheiro foi me levando para várias rodas locais para dar uma canja e eu, insegura, só cantava três: O bêbado e a equilibrista, Cara Valente e Tá perdoado das interpretes Elis Regina e Maria Rita!
André, meu companheiro nao perdeu contato c aquele musico q mencionei, Riquinho, e daí ele começou a conversar comigo, me oferecer aulas de canto, expressão, e passou a me levar em eventos dele para assistir e cantar algumas musicas. Fui me estimulando, e me identifiquei demais com o publico mais popular e passamos a aparecer em varios locais para cantar! Rodas de Samba do Café c Samba*, aniversários, etc para eu me habituar c muitas pessoas me vendo... Ele era meu mestre! Riquinho estava me levando para um mundo onde estava entrando e me apaixonando.
Mas, a própria musica foi me levando para outros caminhos. E como Rico era mt requisitado e eu ainda não podia acompanhá-lo sempre, nos separamos e eu continuei usando tudo q ele me ensinou e com mais o estímulo e dicas do meu companheiro, comecei a aparecer mais, como cantora de samba de raiz. Eu e Rico nos falavamos pelo face e por telefone, sempre me aconselhando... Mas, um dia, o destino arrancou ele de nós e, ele faleceu... novo, aos 41 anos, me deixando sem o amigo, o professor... Mas nao desanimei, pois ele dizia que eu era a cantora dele e que confiava em mim! E com o apoio e persistência do meu marido, começamos a frequentar uma roda de mais umr mestre Índio Sete Cordas! Lá fui mt bem recebida, e ganhei outro professor! Índio me dava dicas de músicas e etc e em pouco tempo, nessa roda ganhei o título de Musa da Portelinha, que era o nome do bar e, seu dono resolveu me apadrinhar... e ,e apresentar vários compositores como Noca da Portela, Marquinho Lessa, Zé Katimba, Dunga, Marquinho PQD entre vários outros... Comecei a ser requisitada em eventos e rodas de samba em meu municipio e em alguns lugares do Rio de Janeiro.
Agora, tenho um pequeno projeto chamado Borasambá com Helena Kimer, onde trago músicos q estão começando, compositores e coloco em meus eventos. Canto as músicas inéditas deles! Como falta patrocinio para gravar, alguns fazem gravações simples e coloco no youtube onde as interpreto! Outras canções faço ao vivo nas rodas de samba para divulgá-las. Dou destaque para as músicas Sentimento Completo de Rafael Valois e Eu tentei te esquecer de Dadinho, q estão disponiveis no youtube! A mais recente, Leva eu de Eduardo Oliveira, ainda está em estúdio, aguardando patrocínio rs
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